Presidente do TJMG recebe representantes de movimentos pró-educação

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América


Regulamentação da volta às aulas foi a pauta do encontro

O presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, desembargador Gilson Soares Lemes, recebeu nesta segunda-feira (16/8) representantes de movimentos pró-educação, compostos por profissionais liberais, incluindo advogadas e médicas.

Participaram do encontro Stella Sala, do Movimento Juntos pela Educação, Tereza Sebastião Nogueira, da Associação de Pais de um colégio particular de Belo Horizonte, a advogada Daniela Tonholli, a defensora pública Renata Mendes, a ex-comandante de Policiamento da Capital da Polícia Militar de Minas Gerais, Cláudia Romualdo, além de Rodrigo Marçal, pai de uma estudante e integrante do movimento Pais pela Educação Pública.

O presidente Gilson Lemes disse que o objetivo do encontro foi o pedido de uma orientação para que haja uma regulamentação da volta às aulas de crianças e adolescentes no Estado de Minas Gerais e em Belo Horizonte. “Existe uma preocupação grande, um clamor da sociedade, em razão da ausência de aulas frequentes, o que causa um vácuo na aprendizagem das crianças e dos adolescentes.”

O presidente acrescentou que o TJMG se mostra aberto para, se for demandado, realizar mais reuniões na busca de conscientizar todos os envolvidos para que uma solução equilibrada seja alcançada o mais rápido possível.

A advogada Daniela Tonholli, presidente da Comissão de Educação da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Minas Gerais, disse que veio trazer um clamor público “em nome de todas as crianças e adolescentes das escolas públicas e particulares do Estado de Minas Gerais que estão sem aula. Viemos pedir ao Poder Judiciário que agilize os processos, que dê respostas mais ágeis, porque temos que interferir nessa educação que foi interrompida e vai deixar muitos estragos na nossa sociedade”.

Ela acrescentou que recebeu uma resposta positiva do Poder Judiciário, “já que sabemos que nem todas as respostas podem vir da caneta de um magistrado, mas a orientação de buscar um acordo consensual nos foi oferecida. Estamos muito gratas e acreditamos que podemos intervir para garantir um retorno mais eficiente às aulas”.

A médica e mãe Stella Sala comentou que essa demanda de retorno às aulas é um direito fundamental das crianças e adolescentes e exige uma resposta ágil do poder público. “Para elas, um dia, um mês de escola fechada importa. Faz muita diferença principalmente para aquelas menos favorecidas.” O desembargador Pedro Aleixo acompanhou o encontro.

Assessoria de Comunicação Institucional – Ascom
Tribunal de Justiça de Minas Gerais – TJMG

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