{"id":16416,"date":"2022-08-17T23:13:09","date_gmt":"2022-08-18T02:13:09","guid":{"rendered":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/?p=16416"},"modified":"2022-08-17T23:44:02","modified_gmt":"2022-08-18T02:44:02","slug":"lancamento-de-coletanea-internacional-sobre-direitos-humanos-da-omddh-signataria-do-pacto-global-da-onu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/?p=16416","title":{"rendered":"Lan\u00e7amento de Colet\u00e2nea Internacional sobre Direitos Humanos da OMDDH, signat\u00e1ria do Pacto Global da ONU"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/8.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-16425\" width=\"518\" height=\"430\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/8.png 700w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/8-300x249.png 300w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/8-696x578.png 696w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/8-506x420.png 506w\" sizes=\"(max-width: 518px) 100vw, 518px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Aconteceu na \u00faltima quarta-feira, dia 10 de agosto de 2022, a palestra \u201cIncentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre direitos humanos\u201d, promovida pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos, no audit\u00f3rio A do campus II da Univale. O evento marcou o lan\u00e7amento de um e-book com um conjunto de trabalhos acad\u00eamicos, que abordaram a respeito da tem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como pontuado por Gabriela Lopes dos Santos, membro da diretoria de supervis\u00e3o pedag\u00f3gica da OMDDH:<\/strong> &#8220;Defender sobre os Direitos Humanos \u00e9 plantar t\u00e2maras. Desde 1948, quando surgiu a Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos escrita pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas houve a \u00e2nsia humana por dar um basta nas atrocidades, reduzir o derramamento de sangue, conquistar justi\u00e7a social; fato \u00e9, depois de algumas d\u00e9cadas, notamos que ainda h\u00e1 muito a ser feito pela ra\u00e7a humana, h\u00e1 ainda muita luta nos cen\u00e1rios sociais, pois ainda h\u00e1 uma infinidade de injusti\u00e7as e desigualdades. Debater essas tem\u00e1ticas s\u00e3o importantes para responsabiliza\u00e7\u00e3o social, exercitando a cidadania ativa e cooperando para a democratiza\u00e7\u00e3o do saber&#8221;. A obra contou com a subcoordena\u00e7\u00e3o de Fabr\u00edcio Santos Souza, Grazielle Sabino e Marilza Santos.<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos- OMDDH, signat\u00e1ria do Pacto Global da ONU apresenta a voc\u00eas uma obra internacional, a qual abra\u00e7a uma diversidade de temas sobre os direitos humanos. Artigos escritos em l\u00edngua portuguesa recebidos dos estados brasileiros, bem como artigos recebidos de Angola, Mo\u00e7ambique e uma participa\u00e7\u00e3o especial da Rom\u00eania.<\/pre>\n\n\n\n<p>Nas contribui\u00e7\u00f5es feitas pelos companheiros da \u00c1frica, foram preservadas as caracter\u00edsticas da escrita lus\u00f3fona, visto que se difere em algumas regras do portugu\u00eas brasileiro. A ideia aqui \u00e9 justamente valorizar a diversidade. Como convidados especiais, convocamos pessoas de v\u00e1rios pontos do mundo para emitirem as suas opini\u00f5es intr\u00ednsecas sobre os Direitos Humanos, e tais dizeres est\u00e3o eternizados nesta obra, na l\u00edngua do pa\u00eds onde est\u00e3o, e traduzidos no portugu\u00eas, sendo assim, a obra perpassou por 11 pa\u00edses, e 7 idiomas. Nessa pluralidade, passamos pela Am\u00e9rica do Norte, Am\u00e9rica Central, Am\u00e9rica Latina, Continente Europeu, Continente Africano e Continente Asi\u00e1tico. Cada contato deste, nos aproxima de uma verdade irrefut\u00e1vel, estamos todos em cantos diferentes do mundo sentindo e ansiando pelo mesmo: igualdade, respeito e amor.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/7-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16426\" width=\"514\" height=\"361\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/7-2.jpg 600w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/7-2-300x211.jpg 300w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/7-2-100x70.jpg 100w\" sizes=\"(max-width: 514px) 100vw, 514px\" \/><figcaption><strong>Coordenadores da obra, Marilza Alvarenga Teixeira Santos,<\/strong><br><strong>Fabr\u00edcio<\/strong> <strong>Souza Santos e Gabriela Lopes dos Santos<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">A Obra est\u00e1 dispon\u00edvel de forma digital e gratuita, interessados na leitura, enviem e-mail para: direitoshumanoseciencia@gmail.com. O objetivo \u00e9 que em 2023 a obra seja impressa e distribu\u00edda de forma gratuita para bibliotecas e algumas cidades escolhidas.<\/pre>\n\n\n\n<p>Dentre os participantes, alguns s\u00e3o de Te\u00f3filo Otoni, outros de v\u00e1rios estados brasileiros e, por fim, outras localidades do mundo. Assim, em entrevista feita com algum deles, obtivemos algumas respostas sobre qual a import\u00e2ncia que veem da participa\u00e7\u00e3o no incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre Direitos Humanos. A seguir ser\u00e1 exposto algumas opini\u00f5es de seis participantes convidados.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/6-Raquel-Sena-1.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16418\" width=\"377\" height=\"276\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/6-Raquel-Sena-1.jpeg 595w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/6-Raquel-Sena-1-300x220.jpeg 300w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/6-Raquel-Sena-1-80x60.jpeg 80w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/6-Raquel-Sena-1-572x420.jpeg 572w\" sizes=\"(max-width: 377px) 100vw, 377px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A <strong>Raquel Sena dos Santos Quaresma<\/strong>, Policial Militar em Te\u00f3filo Otoni participou com o artigo: <strong>\u201cA atua\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Militar de Minas Gerais na promo\u00e7\u00e3o dos Direitos Humanos e a aproxima\u00e7\u00e3o com a comunidade\u201d<\/strong>. Segundo a Raquel: \u201cA Pol\u00edcia Militar Minas Gerais no desempenho do seu papel constitucional de pol\u00edcia ostensiva e preserva\u00e7\u00e3o da ordem p\u00fablica exerce v\u00e1rias estrat\u00e9gias na preven\u00e7\u00e3o e repress\u00e3o criminal. Para a sua efetiva\u00e7\u00e3o \u00e9 imprescind\u00edvel a participa\u00e7\u00e3o da comunidade. A Pol\u00edcia Militar carrega uma constru\u00e7\u00e3o cultural com transmiss\u00e3o de valores para o cumprimento da miss\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o da ordem, respondendo \u00e0s expectativas do cidad\u00e3o \u00e0 luz da Constitui\u00e7\u00e3o Estadual, na preserva\u00e7\u00e3o de suas garantias fundamentais. Assim, apresenta-se a PMMG, garantidora dos direitos humanos que, usando for\u00e7a suficiente e sem exageros, predisp\u00f5e \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o territorial para repelir agress\u00f5es contra o povo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/1-Genesis-Goncalves.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16419\" width=\"403\" height=\"348\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/1-Genesis-Goncalves.jpeg 600w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/1-Genesis-Goncalves-300x259.jpeg 300w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/1-Genesis-Goncalves-534x462.jpeg 534w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/1-Genesis-Goncalves-486x420.jpeg 486w\" sizes=\"(max-width: 403px) 100vw, 403px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>G\u00eanesis Gon\u00e7alves de Oliveira<\/strong>, tamb\u00e9m residente em Te\u00f3filo Otoni, formado em Direito, funcion\u00e1rio no Cart\u00f3rio de Registro Civil das Pessoas Naturais de Te\u00f3filo Otoni-MG, escreveu sobre: \u201c<strong>A lei geral de prote\u00e7\u00e3o de dados: uma lei de Direitos Humanos\u201d<\/strong>. Segundo ele: \u201cA import\u00e2ncia de partilha desse projeto \u00e9 a possibilidade do compartilhamento do conhecimento, da opini\u00e3o e do pensamento acerca do assunto. O esp\u00edrito dos Direitos Humanos est\u00e1 em ter direitos de fato e isso precisa ser propagado, pois muitos n\u00e3o t\u00eam o direito de conhecerem os seus direitos. A democratiza\u00e7\u00e3o do saber faz com que exer\u00e7amos e engrandecemos o nosso dever como cidad\u00e3os\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/3-Nathalia-Gomes.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16420\" width=\"343\" height=\"279\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/3-Nathalia-Gomes.jpeg 600w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/3-Nathalia-Gomes-300x245.jpeg 300w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/3-Nathalia-Gomes-515x420.jpeg 515w\" sizes=\"(max-width: 343px) 100vw, 343px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A<strong> Nath\u00e1lia Gomes de Melo Almeida<\/strong>, natural de Capelinha\/MG, advogada, participou com o artigo: <strong>\u201cViola\u00e7\u00e3o dos Direitos Humanos da mulher na guerra da Ucr\u00e2nia\u201d<\/strong>. Segundo a Nath\u00e1lia: \u201cA produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre direitos humanos \u00e9 de suma import\u00e2ncia, por demonstrar que, o caminho para conquist\u00e1-los, foram de muitas batalhas, ressaltando assim, na necessidade da continuidade desta luta, em busca de mais garantias e dignidade, visando a preserva\u00e7\u00e3o dos direitos humanos j\u00e1 conquistados, para que todos tenham uma vida digna perante a sociedade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/5-Talisgean-Simplicio-De-Medeiros.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16421\" width=\"344\" height=\"397\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/5-Talisgean-Simplicio-De-Medeiros.jpeg 600w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/5-Talisgean-Simplicio-De-Medeiros-260x300.jpeg 260w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/5-Talisgean-Simplicio-De-Medeiros-364x420.jpeg 364w\" sizes=\"(max-width: 344px) 100vw, 344px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O<strong> Talisgean Simpl\u00edcio de Medeiros<\/strong>, de Macei\u00f3 \u2013 Alagoas, Terapeuta Neurossist\u00eamico, participou com o artigo: <strong>\u201cA terapia neurossist\u00eamica e os Direitos Humanos\u201d<\/strong>. O Talisgean nos respondeu que: \u201cSe existem formas de evolu\u00e7\u00e3o para o ser humano, uma delas \u00e9 atrav\u00e9s da leitura e do conhecimento, depois disso temos a experi\u00eancia. Ao ser selecionado para esta Colet\u00e2nea, senti-me lisonjeado em fazer parte deste grande time. Pois todos os artigos e textos que est\u00e3o presentes s\u00e3o de extrema import\u00e2ncia para o cen\u00e1rio atual \u2013 n\u00e3o somente do Brasil \u2013 global. Assuntos que precisam de maior divulga\u00e7\u00e3o, e que muitas vezes s\u00e3o ignorados pelas grandes m\u00eddias. Acredito que toda essa obra ser\u00e1 de grande impacto para aqueles que a ler\u00e3o. Pois no momento em que as palavras chegam ao nosso sistema, fica quase imposs\u00edvel remov\u00ea-las. E, assim, a evolu\u00e7\u00e3o segue com seu caminho, abra\u00e7ando o novo, respeitando o passado e seguindo em frente sempre\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/4-Edna-Mancusi.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16422\" width=\"350\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/4-Edna-Mancusi.jpeg 600w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/4-Edna-Mancusi-291x300.jpeg 291w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/4-Edna-Mancusi-408x420.jpeg 408w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Edna Mancusi<\/strong>, de S\u00e3o Paulo\/SP \u2013 jornalista e escritora, participou com o artigo: <strong>\u201cMasculinidade t\u00f3xica no Brasil e a viol\u00eancia psicol\u00f3gica\u201d<\/strong>: como desconstruir o machismo estrutural?\u201d. A Edna nos falou que: \u201cO incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre os Direitos Humanos trouxe-me a experi\u00eancia de pesquisar sobre as injusti\u00e7as e desigualdades da sociedade. Conceituei melhor a exist\u00eancia do preconceito, da intoler\u00e2ncia, da discrimina\u00e7\u00e3o e das dores dos exclu\u00eddos, ocultados pela estrutura\u00e7\u00e3o social. Reforcei a inten\u00e7\u00e3o por um mundo melhor, onde todos vivam com dignidade, independente de etnia, g\u00eanero, credo, situa\u00e7\u00e3o financeira ou qualquer outra diversidade, valorizando a ess\u00eancia humana. A sociedade tem a obriga\u00e7\u00e3o de combater o preconceito, desenvolver empatia e respeito \u00e0 individualidade, garantindo o acesso das pessoas aos seus direitos como seres humanos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/2-Joao-Mwanza-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16424\" width=\"357\" height=\"282\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/2-Joao-Mwanza-1.jpg 600w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/2-Joao-Mwanza-1-300x237.jpg 300w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/2-Joao-Mwanza-1-533x420.jpg 533w\" sizes=\"(max-width: 357px) 100vw, 357px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Para fecharmos com chave de ouro, diretamente de Angola na \u00c1frica, o <strong>Dr. Jo\u00e3o Mwanza<\/strong>, Presidente da Brigada Jovem de Literatura de Angola, Analista Residente da Palanca TV e professor Universit\u00e1rio, participou com o artigo: <strong>\u201cEstudo sobre casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica em Angola, Kwanza Norte &#8211; Ndalatando: Gabinete da a\u00e7\u00e3o social, fam\u00edlia e igualdade de g\u00eanero\u201d<\/strong>. O Dr. Jo\u00e3o Mwanza nos informou que: \u201cExiste um interesse enorme em poder falar sobre os direitos humanos ou ainda direitos fundamentais dos cidad\u00e3os no nosso pa\u00eds Angola, em particular a Prov\u00edncia do Kwanza Norte. V\u00e1rias vezes falamos, mas a primeir\u00edssima oportunidade de colocar as minhas impress\u00f5es digitais com marcas de tintas indel\u00e9veis na Organiza\u00e7\u00e3o Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos, em forma de um artigo cient\u00edfico e que poder\u00e1 servir como uma alerta n\u00e3o apenas nacional, mas tamb\u00e9m internacional, \u00e9 esta. Dizer que a Viol\u00eancia dom\u00e9stica est\u00e1 na \u201cboca do povo\u201d, independentemente da circunscri\u00e7\u00e3o territorial em que nos encontramos, \u00e9 um dos assuntos mais abordados nos canais radiof\u00f3nicos ou ainda TV, mas os casos de perda de vidas humanas n\u00e3o param. Podemos pensar que \u00e9 um assunto m\u00ednimo e simples, mas na pr\u00e1tica, continua a manchar a ess\u00eancia da cria\u00e7\u00e3o do Ser Humano (Felicidade ou vida em abund\u00e2ncia-eterna) A paz, o amor, o respeito, a esperan\u00e7a, a f\u00e9 e muito mais ca\u00edram num mar sem retorno. Ent\u00e3o, todos que ainda n\u00e3o sa\u00edram do ciclo amoroso atrav\u00e9s deste, poder\u00e3o manter-se em paz e amor em fam\u00edlia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas s\u00e3o algumas das p\u00e9rolas encontradas no livro que em sua pluralidade toca em problemas sens\u00edveis e globais, buscando gerar reflex\u00f5es para alcan\u00e7ar uma maior democratiza\u00e7\u00e3o do saber e responsabiliza\u00e7\u00e3o social. <strong>(Informa\u00e7\u00f5es\/Fotos: Gabriela Lopes)<\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aconteceu na \u00faltima quarta-feira, dia 10 de agosto de 2022, a palestra \u201cIncentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre direitos humanos\u201d, promovida pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos, no audit\u00f3rio A do campus II da Univale. 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