{"id":24675,"date":"2024-05-22T11:44:50","date_gmt":"2024-05-22T14:44:50","guid":{"rendered":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/?p=24675"},"modified":"2024-05-25T17:09:32","modified_gmt":"2024-05-25T20:09:32","slug":"entrevista-luciano-alberto-de-castro-escritor-teofilotonense-radicado-em-goiania","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/?p=24675","title":{"rendered":"ENTREVISTA: Luciano Alberto de Castro, escritor Teofilotonense radicado em Goi\u00e2nia"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized is-style-default\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"905\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/95bd0980-e3f6-46e5-998d-456971666105.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-24676\" style=\"width:296px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/95bd0980-e3f6-46e5-998d-456971666105.jpg 700w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/95bd0980-e3f6-46e5-998d-456971666105-232x300.jpg 232w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/95bd0980-e3f6-46e5-998d-456971666105-696x900.jpg 696w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/95bd0980-e3f6-46e5-998d-456971666105-325x420.jpg 325w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-verse\">O <strong>Teofilotonense Luciano Alberto de Castro, radicado em Goi\u00e2nia \u2013 dentista e professor universit\u00e1rio<\/strong>, vai lan\u00e7ar seu primeiro livro de cr\u00f4nicas \u2013 \u201cOs \u00f3culos do poeta e outras cr\u00f4nicas de circunst\u00e2ncia\u201d, produzido pela Kotter Editorial, em Te\u00f3filo Otoni, durante solenidade na noite desta quinta-feira (23\/5), \u00e0s 19h, no espa\u00e7o Don Juarez Cervejaria, \u00e0 Rua Capit\u00e3o Leonardo, 188, Bairro Gr\u00e3o Par\u00e1. A colet\u00e2nea de 50 cr\u00f4nicas, 35 j\u00e1 publicadas em jornais e revistas e 15 in\u00e9ditas, marca a estreia na literatura de Luciano Castro. Ele concedeu entrevista ao Di\u00e1rio Tribuna, contando um pouco da sua voca\u00e7\u00e3o como escritor, da sua inf\u00e2ncia nesta regi\u00e3o do Vale do Mucuri, e dos projetos atuais que est\u00e1 trabalhando. E Luciano participou com duas cr\u00f4nicas no concurso \u201cPr\u00eamio Ruth Guimar\u00e3es de Cr\u00f4nicas\u201d da Uni\u00e3o Brasileira de Escritores, e uma foi contemplada entre vinte que v\u00e3o compor um livro produzido pela UBE.<\/pre>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>DI\u00c1RIO TRIBUNA \u2013 Como voc\u00ea desenvolveu a voca\u00e7\u00e3o de escritor?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LUCIANO ALBERTO DE CASTRO<\/strong> \u2013 Eu acredito muito que essas habilidades, ou afinidades, s\u00e3o caracter\u00edsticas inatas de cada pessoa. Acredito que a crian\u00e7a nasce mesmo sem uma influ\u00eancia do meio dos pais, das pessoas que a rodeiam. Ela traz caracter\u00edsticas inatas no nascimento, afinidades e habilidades, embora essas caracter\u00edsticas do meio tamb\u00e9m influenciam, naturalmente. Essa voca\u00e7\u00e3o, habilidade de escrever j\u00e1 existia em mim. Tanto eu acredito que isso \u00e9 verdade, porque eu tenho express\u00f5es de escrita muito precoces. Quando eu fazia ainda o segundo ano prim\u00e1rio, aos 8 anos de idade, a reda\u00e7\u00e3o que eu escrevi foi lida para v\u00e1rias outras turmas, foi escolhida como um exemplo de reda\u00e7\u00e3o um pouco melhor do que a maioria dos outros alunos. Eu nasci em Atal\u00e9ia, mas me mudei para o distrito de Pedro Versiani, em Te\u00f3filo Otoni, com 1 ano de idade. Cresci nesse distrito, a 26 Km de Te\u00f3filo Otoni, at\u00e9 uns 10 anos, onde estudei. Eu ainda acredito que eu tenha alguma potencialidade liter\u00e1ria inata, desde sempre. Isso se manifestou mais pra frente, o desejo de escrever poesia com meus 17 anos, depois escrever letra de m\u00fasicas. Mas a literatura mais estabelecida, veio bem mais tardiamente. Comecei a fazer faculdade de odontologia, isso ficou adormecido, depois retornou mais recentemente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DT \u2013 Qual \u00e9 o papel da leitura na cria\u00e7\u00e3o das suas obras?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LAC<\/strong> \u2013 Eu diria que \u00e9 o papel central. Toda escrita \u00e9 filha da leitura. O escritor antes de tudo \u00e9 leitor, e o que voc\u00ea produz de literatura vem, principalmente, de suas influ\u00eancias liter\u00e1rias, e de sua experi\u00eancia de vida, sua maneira de ver o mundo. Mas, a produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria em si, a maneira com a qual voc\u00ea escreve, produz seu texto, tem muito a ver com o que voc\u00ea l\u00ea. Eu sou o produto das minhas leituras, que s\u00e3o muitas. De maneira percept\u00edvel ou n\u00e3o, o que voc\u00ea escrever est\u00e1 muito impregnado do que a gente l\u00ea. Isso \u00e9 normal. Dante Milano costumava dizer, que n\u00e3o existe nada original, que os grandes temas da vida n\u00e3o s\u00e3o originais. Algu\u00e9m j\u00e1 escreveu, algu\u00e9m j\u00e1 falou, voc\u00ea sofre influ\u00eancia. Eu sofro influ\u00eancia de Machado de Assis, de Rubem Braga, Carlos Drumont de Andrade, de Paulo Mendes Campos, de Otto Lara Resende, de tantos autores de proza, de poesia. Eu acho que a leitura da poesia \u00e9 imprescind\u00edvel para qualquer tipo de produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, ainda que voc\u00ea n\u00e3o fa\u00e7a poesia, que voc\u00ea n\u00e3o seja poeta. Mesmo que voc\u00ea seja prosador, penso que a leitura de poesia \u00e9 essencial para qualquer escritor. Ela oxigena o escritor, d\u00e1 ritmo para a pr\u00f3pria prosa, e muitas vezes a gente v\u00ea nessas grandes \u00e1reas da literatura, se misturando muito. Por exemplo, a gente v\u00ea muita poesia na prosa de Drumond, de Rubem Braga, e ao contr\u00e1rio tamb\u00e9m. E a leitura na cria\u00e7\u00e3o da minha obra, tem um papel crucial, eu tenho consci\u00eancia disso. Nada que voc\u00ea produz \u00e9 novo, normalmente algu\u00e9m j\u00e1 produziu algo parecido, mas tentamos ter algum timbre, alguma caracter\u00edstica pr\u00f3pria. Eu tenho uma dificuldade de analisar minha pr\u00f3pria obra, mas percebo uma influ\u00eancia de algum autor, aqui ou ali. Nesse meu livro \u2013 Os \u00f3culos do poeta, o pref\u00e1cio foi da professora de Literatura da Universidade Federal de Goi\u00e1s, Solange Fi\u00faza, e ela faz conex\u00f5es do meu texto com outras refer\u00eancias liter\u00e1rias, que eu nem tinha percebido. O primeiro passo do escritor \u00e9 se tornar um grande leitor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DT \u2013 Como voc\u00ea definiria o seu projeto liter\u00e1rio?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LAC<\/strong> \u2013 Eu tenho um projeto liter\u00e1rio que entendo como um projeto m\u00faltiplo. Entendo que eu tenho m\u00faltiplas habilidades para a escrita. Eu escrevo textos em prosa, e poesia dentro do texto em prosa eu escrevo cr\u00f4nicas. J\u00e1 participei de outras colet\u00e2neas, mas esse \u00e9 o meu primeiro livro solo, de cr\u00f4nicas. A cr\u00f4nica est\u00e1 ali no limiar o jornalismo e o ensaio, hora \u00e9 mais jornal\u00edstica, hora \u00e9 mais hist\u00f3rica, hora \u00e9 mais ensa\u00edstica, \u00e9 mais po\u00e9tica&#8230; A cr\u00f4nica tem v\u00e1rias facetas, mas \u00e9 um texto de opini\u00e3o pessoal. Eu tamb\u00e9m gosto de trabalhar com fic\u00e7\u00e3o. J\u00e1 tenho alguns contos publicados, tenho a inten\u00e7\u00e3o de trabalhar com um futuro livro de contos mais curtos, e futuramente com romances. S\u00e3o passos que o escritor vai dando de acordo com suas habilidades e suas afinidades. Eu tamb\u00e9m leio tudo isso, e o meu pr\u00f3ximo livro ser\u00e1 de poesias. Ser\u00e3o 60 poemas, ainda n\u00e3o tem editora. O primeiro livro foi de cr\u00f4nicas, o segundo ser\u00e1 de poesias, o terceiro talvez seja misto, um pouco de cr\u00f4nicas, um pouco de ensaio, e eu penso j\u00e1 para frente. Caminhando passo a passo. Esse \u00e9 o projeto que vislumbro na minha carreira liter\u00e1ria, trabalhar com essas v\u00e1rias vertentes da escrita. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DT \u2013 Voc\u00ea saiu de Te\u00f3filo Otoni muito jovem, mas, no seu livro \u201cOs \u00f3culos do poeta\u201d podemos encontrar v\u00e1rias refer\u00eancias \u00e0 cidade. Qual a import\u00e2ncia das suas viv\u00eancias enquanto crian\u00e7a e adolescente na sua produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LAC<\/strong> \u2013 Realmente, eu sa\u00ed de Te\u00f3filo Otoni com 17 anos para estudar em Goi\u00e2nia e n\u00e3o mais voltei. Mas, o per\u00edodo da inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia tem uma for\u00e7a muito grande na constru\u00e7\u00e3o do car\u00e1ter, da personalidade de qualquer pessoa. O escritor carrega essa for\u00e7a, essa influ\u00eancia que a inf\u00e2ncia e a adolesc\u00eancia t\u00eam na sua vida. Isso reflete na obra que voc\u00ea escreve. Nesse livro que estou lan\u00e7ando agora, de cr\u00f4nicas, \u00e9 de fic\u00e7\u00e3o, em que o autor fala muito de si, naturalmente tem muito das minhas viv\u00eancias, principalmente enquanto adolescente em Te\u00f3filo Otoni. Porque s\u00e3o experi\u00eancias pessoais que s\u00e3o relatadas, lembran\u00e7as que ficaram da inf\u00e2ncia que s\u00e3o muito fortes. Quando a pessoa se torna escritor, isso vai aparecendo na obra. A gente vai relatando num livro de cr\u00f4nicas, que muitas vezes funciona como um livro de mem\u00f3rias, das viv\u00eancias, recorda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DT \u2013 Quais outras cidades voc\u00ea cita em suas cr\u00f4nicas, al\u00e9m de Te\u00f3filo Otoni?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LAC<\/strong> \u2013 Essa pergunta \u00e9 interessante, porque existe um cap\u00edtulo do livro que se chama A Urbe, como a cidade influencia na produ\u00e7\u00e3o do cronista. Porque o L\u00eado Ivo falou isso num livro dele recente, que a casa \u00e9 muito pouco para o homem, ele precisa da cidade. Essa rotina da cidade \u00e9 um campo de gera\u00e7\u00e3o, temas para o cronista. E a maioria dessas refer\u00eancias da cidade, a rotina, eventos, s\u00e3o das cidades onde eu vivo, que \u00e9 Goi\u00e2nia. Mas eu viajo para outros lugares, e outra cidade a qual me identifico muito por l\u00e1, que \u00e9 o Rio de Janeiro, onde muitos cronistas brasileiros moraram, e a grande cr\u00f4nica brasileira \u00e9 carioca desde Gon\u00e7alves Dias, que talvez seja o primeiro cronista de jornal. Jos\u00e9 de Alencar, Machado de Assis, Arthur Azevedo, depois chegando os mais modernos, Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Ant\u00f4nio Maria e Drumont. Todos eles falam das suas cidades, das suas rotinas. A cidade onde eu vivo, que \u00e9 Goi\u00e2nia, tem muito dela no meu livro, mas tamb\u00e9m tem refer\u00eancia aos lugares que eu viajei.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DT \u2013 Voc\u00ea sempre menciona sua cidade natal com muito carinho e entusiasmo. Alguma recorda\u00e7\u00e3o especial daqui? &nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LAC<\/strong> \u2013 Eu acho que voltar a Te\u00f3filo Otoni para mim \u00e9 sempre uma emo\u00e7\u00e3o diferente do que eu vivo rotineiramente, porque eu volto a ter contato com a geografia da cidade, com os morros, as ruas, os lugares que eu andei quando morava a\u00ed quando eu era crian\u00e7a, adolescente. \u00c9 um contato comigo mesmo, que fica adormecido quando vivemos em outro lugar. Isso reacende a sua conex\u00e3o com a cidade de onde voc\u00ea veio. Voc\u00ea passa a ter contato de novo com emo\u00e7\u00f5es que reacendem em voc\u00ea. Essa experi\u00eancia de ter vivido a\u00ed, desde a pr\u00f3pria geografia da cidade que eu falei, o sotaque das pessoas, a comida e o clima que s\u00e3o diferentes. \u00c9 sempre especial, porque \u00e9 um reacender de voc\u00ea mesmo, o encontro com o menino, com o jovem que voc\u00ea foi.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DT \u2013 O lan\u00e7amento do seu primeiro livro de cr\u00f4nicas \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o de um sonho. Algum agradecimento?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LAC<\/strong> \u2013 Realmente, publicar um livro \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o de um sonho para qualquer pessoa e esse \u00e9 o meu primeiro livro que eu assino sozinho. Eu j\u00e1 havia participado de uma colet\u00e2nea com outros colegas anteriormente, mas esse \u00e9 um projeto pessoal, trabalhei desde o in\u00edcio na escrita dos textos, depois na organiza\u00e7\u00e3o, nos cap\u00edtulos, na divis\u00e3o, quais as cr\u00f4nicas entrariam. Outras j\u00e1 estavam escritas, mas ficariam para um pr\u00f3ximo. Toda a concep\u00e7\u00e3o do livro eu trabalhei, e quando a gente v\u00ea a obra finalizada, sendo vendida, sendo lida, sentimos uma sensa\u00e7\u00e3o de realiza\u00e7\u00e3o, de conclus\u00e3o de um projeto.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DT \u2013 Algum agradecimento?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LAC \u2013<\/strong> Eu tenho que agradecer a muitas pessoas, a primeira \u00e9 a minha esposa, mesmo que n\u00e3o esteja comigo mais materialmente, ela faleceu em 2021. Mas ela sempre foi a minha maior incentivadora, a minha primeira leitora. Esse livro come\u00e7ou com incentivo, com a partilha das ideias dos textos, das cr\u00f4nicas, e \u00e9 dedicado a ela, que por justi\u00e7a \u00e9 quem eu devo mais agradecer. Algu\u00e9m que n\u00e3o vive comigo fisicamente, mas continua vivendo comigo espiritualmente, como eu coloquei na minha dedicat\u00f3ria. E al\u00e9m dela tem as pessoas que me deram apoio para continuar escrevendo. Pessoas do meio liter\u00e1rio, do meio jornal\u00edstico, editores de jornais, aqueles que aceitaram os meus textos. E aqueles que tamb\u00e9m me fecharam as portas, que rejeitaram os meus textos, me ignoraram, porque assim tamb\u00e9m eles me estimularam a melhorar, a conseguir superar e a vencer essas adversidades que sempre existem para cada escritor iniciante.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized is-style-default\"><img decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"833\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/3540c114-ca10-4cf6-bdfa-9694832e989e-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-24677\" style=\"width:422px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/3540c114-ca10-4cf6-bdfa-9694832e989e-1.jpg 700w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/3540c114-ca10-4cf6-bdfa-9694832e989e-1-252x300.jpg 252w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/3540c114-ca10-4cf6-bdfa-9694832e989e-1-696x828.jpg 696w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/3540c114-ca10-4cf6-bdfa-9694832e989e-1-353x420.jpg 353w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Teofilotonense Luciano Alberto de Castro, radicado em Goi\u00e2nia \u2013 dentista e professor universit\u00e1rio, vai lan\u00e7ar seu primeiro livro de cr\u00f4nicas \u2013 \u201cOs \u00f3culos do poeta e outras cr\u00f4nicas de circunst\u00e2ncia\u201d, produzido pela Kotter Editorial, em Te\u00f3filo Otoni, durante solenidade na noite desta quinta-feira (23\/5), \u00e0s 19h, no espa\u00e7o Don Juarez Cervejaria, \u00e0 Rua Capit\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":24676,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","rop_custom_images_group":[],"rop_custom_messages_group":[],"rop_publish_now":"initial","rop_publish_now_accounts":[],"rop_publish_now_history":[],"rop_publish_now_status":"pending","footnotes":""},"categories":[32],"tags":[3334,1471,5505,75],"class_list":["post-24675","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevistas","tag-lancamento-de-livro","tag-luciano-alberto-de-castro","tag-os-oculos-do-poeta","tag-teofilo-otoni"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/24675"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=24675"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/24675\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24682,"href":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/24675\/revisions\/24682"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/24676"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=24675"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=24675"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=24675"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}