{"id":2937,"date":"2020-08-19T15:51:25","date_gmt":"2020-08-19T18:51:25","guid":{"rendered":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/?p=2937"},"modified":"2020-08-20T10:23:55","modified_gmt":"2020-08-20T13:23:55","slug":"mulheres-na-linha-de-frente-as-conexoes-do-grupo-mulheres-antenadas-de-ataleia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/?p=2937","title":{"rendered":"Mulheres na linha de frente: as conex\u00f5es do grupo Mulheres Antenadas de Ataleia"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Juliana-Lemos-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2938\" width=\"313\" height=\"313\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Juliana-Lemos-2.jpg 600w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Juliana-Lemos-2-300x300.jpg 300w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Juliana-Lemos-2-150x150.jpg 150w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Juliana-Lemos-2-420x420.jpg 420w\" sizes=\"(max-width: 313px) 100vw, 313px\" \/><figcaption><strong>Juliana Lemes da Cruz<\/strong>. Doutoranda em Pol\u00edtica Social \u2013 UFF. Pesquisadora GEPAF\/UFVJM. Coordenadora do Projeto MLV. Contato: <a href=\"mailto:julianalemes@id.uff.br\">julianalemes@id.uff.br<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"403\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/entregas.jpg\" alt=\"\" data-id=\"2939\" data-full-url=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/entregas.jpg\" data-link=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/?attachment_id=2939\" class=\"wp-image-2939\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/entregas.jpg 600w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/entregas-300x202.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\">entregas<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"800\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Idealizadora-do-grupo.jpg\" alt=\"\" data-id=\"2940\" data-full-url=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Idealizadora-do-grupo.jpg\" data-link=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/?attachment_id=2940\" class=\"wp-image-2940\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Idealizadora-do-grupo.jpg 600w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Idealizadora-do-grupo-225x300.jpg 225w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Idealizadora-do-grupo-315x420.jpg 315w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\">Idealizadora do grupo<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"800\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Mulheres-Antenadas.jpg\" alt=\"\" data-id=\"2941\" data-full-url=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Mulheres-Antenadas.jpg\" data-link=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/?attachment_id=2941\" class=\"wp-image-2941\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Mulheres-Antenadas.jpg 600w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Mulheres-Antenadas-225x300.jpg 225w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Mulheres-Antenadas-315x420.jpg 315w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\">Mulheres Antenadas<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"757\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Volunt\u00e1rias.jpg\" alt=\"\" data-id=\"2942\" data-full-url=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Volunt\u00e1rias.jpg\" data-link=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/?attachment_id=2942\" class=\"wp-image-2942\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Volunt\u00e1rias.jpg 600w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Volunt\u00e1rias-238x300.jpg 238w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Volunt\u00e1rias-333x420.jpg 333w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\">Volunt\u00e1rias<\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<p>Os impactos da Covid-19 na vida das mulheres, dentre outros aspectos, diz respeito \u00e0 desconex\u00e3o for\u00e7ada dos v\u00ednculos com as redes de apoio representadas por membros da fam\u00edlia, vizinhos e amigos. No contexto de pandemia e isolamento, as mulheres perderam a conex\u00e3o com as outras mulheres, um \u201celo fundamental para a sobreviv\u00eancia\u201d, como alertou a antrop\u00f3loga D\u00e9bora Diniz. As mulheres j\u00e1 n\u00e3o podem deixar seus filhos com parentes ou a se divertir com outras crian\u00e7as como antes. J\u00e1 n\u00e3o podem delegar fun\u00e7\u00f5es ou trocar afli\u00e7\u00f5es do cotidiano presencialmente com outras mulheres, como costumavam fazer.<\/p>\n\n\n\n<p>Por conta dessas rela\u00e7\u00f5es corriqueiras, que nos parecem sem import\u00e2ncia, \u00e9 que destaco a necessidade de conferirmos visibilidade \u00e0s iniciativas de organiza\u00e7\u00f5es e grupos, n\u00e3o vinculados aos setores p\u00fablicos, que neste momento de pandemia t\u00eam conectado mulheres. N\u00e3o se trata, por\u00e9m, de enfatizar tais grupos como substitutivo \u00e0s atribui\u00e7\u00f5es do Estado, principal respons\u00e1vel pela garantia da dignidade dos cidad\u00e3os. Trata-se de enfatizar que esses modelos de grupos comunit\u00e1rios tendem a preservar a sa\u00fade mental das mulheres e consequentemente, ajudam no bem estar de todo o n\u00facleo familiar. Nesta edi\u00e7\u00e3o, a Campanha de valoriza\u00e7\u00e3o das mulheres na linha de frente no combate \u00e0 pandemia de Covid-19 veio diferente. Apresentaremos a seguir, trechos de depoimentos de algumas mulheres e um breve hist\u00f3rico do Grupo Mulheres Antenadas (GMA), criado no munic\u00edpio de Ataleia, aqui no Vale do Mucuri, para conectar mulheres, apoi\u00e1-las e empoder\u00e1-las.<\/p>\n\n\n\n<p>A idealizadora da iniciativa foi a Telma Amaral, que gentilmente, coletou e repassou-me os relatos abaixo citados. Corrigindo a edi\u00e7\u00e3o anterior, onde me equivoquei ao apresent\u00e1-la, a Telma tem como companheiro, o Jos\u00e9 Renobio, e \u00e9 m\u00e3e de tr\u00eas homens j\u00e1 encaminhados na vida: o Tanure, que \u00e9 engenheiro de produ\u00e7\u00e3o; o Rossiny, que \u00e9 cientista da computa\u00e7\u00e3o e o Fernando, que \u00e9 empres\u00e1rio. Inspirada pela experi\u00eancia como administradora e empreendedora, ela decidiu apoiar outras mulheres na constru\u00e7\u00e3o de seus sonhos. Em pouco tempo, a iniciativa ganhou corpo e novos bra\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>O GMA, que nasceu como um grupo de whatsapp formado por 245 mulheres de diversas classes sociais tem mobilizado a comunidade local e intermunicipal. S\u00e3o trabalhadoras dos setores p\u00fablico, privado, aut\u00f4nomas e empreendedoras de v\u00e1rios segmentos das \u00e1reas rural e urbana Telma destacou que com o grupo aliaram o empreendedorismo e o acolhimento \u00e0s mulheres, alinhando ao espa\u00e7o virtual, o campo e as ruas. \u201cSa\u00edmos em busca de outras mulheres que precisam de n\u00f3s\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a professora Edlene Barreiros, nessa pandemia, os grupos virtuais fizeram a diferen\u00e7a. Disse que pensou em sair do grupo pelo grande n\u00famero de mensagens. No entanto, \u201cAos poucos fui percebendo que as mensagens eram necess\u00e1rias, pois ali haviam mulheres com sede de falar, de ajudar, de denunciar, de sorrir, de chorar, de se sentir valorizada, de enturmar e de se reencontrar\u201d. J\u00e1 para Rinara, profissional da educa\u00e7\u00e3o superior, [&#8230;] neste grupo tenho ficado na torre de vigia, atenta a cada gesto solid\u00e1rio\u201d. Nele, \u201c[&#8230;] compartilham dores, alegrias, amores, p\u00e3o e flores\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa dire\u00e7\u00e3o, Anna J\u00falia Silva destacou a campanha de arrecada\u00e7\u00e3o de alimentos, fraldas e leite que as integrantes mobilizam. \u201cO GMA vem mostrando para toda a popula\u00e7\u00e3o ataleense o verdadeiro significado de sororidade, solidariedade, empatia e uni\u00e3o. O simples gesto de algumas doa\u00e7\u00f5es trouxe alegria para v\u00e1rios lares e isso \u00e9 gratificante. [&#8230;] aprendemos muitas li\u00e7\u00f5es de vida, adquirimos experi\u00eancias e damos esperan\u00e7a para v\u00e1rias fam\u00edlias. Temos muito o que aprender e temos muito o que fazer!\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O relato da professora Denise Sim\u00f5es, mostrou outra potencialidade do grupo: o incentivo para o despertar da criatividade das mulheres. \u201c[&#8230;] surgiu a ideia do Bazar solid\u00e1rio. Coisas que ficavam guardadas no guarda roupa, closets ou at\u00e9 mesmo em casa, foram colocados no bazar e os mesmos s\u00e3o arrematados por componentes do grupo\u201d, para ajudar as mulheres vulner\u00e1veis da cidade. [&#8230;] percebemos o quanto uma palavra amiga, um gesto simples de doa\u00e7\u00e3o, melhora as pessoas. Pudemos observar que h\u00e1 uma necessidade de ter esse contato. Pois na maioria das vezes, elas se sentem sozinhas ou at\u00e9 esquecidas. Est\u00e1 sendo uma experi\u00eancia maravilhosa esse contato, a troca de experi\u00eancia, de afeto, carinho e acima de tudo, uma palavra amiga nesse momento dif\u00edcil em que estamos passando em nosso pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, Danielle Nunes, enfermeira de uma unidade b\u00e1sica de sa\u00fade h\u00e1 12 anos, pontuou que sua rotina mudou completamente e no trabalho, as atividades grupais foram suspensas, \u201c[&#8230;] dando lugar \u00e0s urg\u00eancias de s\u00edndromes gripais[&#8230;]\u201d. Relatou ainda que membros de sua fam\u00edlia se contaminaram, e isso a desestabilizou, gerando um estresse p\u00f3s traum\u00e1tico, \u201c[&#8230;] fiz acompanhamento com psic\u00f3logo para conseguir voltar a trabalhar e fazer o que mais amo na vida: cuidar dos meus pacientes. Tenho visto o quanto o coronav\u00edrus altera o estado psicol\u00f3gico das pessoas, [&#8230;] muitas vezes pe\u00e7o ajuda do GMA para ajudar outras mulheres em situa\u00e7\u00e3o de risco\u201d. [&#8230;] minha unidade vive um grande aumento no n\u00famero de casos que devem ser acompanhados e monitorados diariamente, um trabalho exaustivo, mas que sei que vale a vida das pessoas. Fico muito feliz quando algu\u00e9m se recupera e muito triste quando morre.<\/p>\n\n\n\n<p>Me preocupo quando vejo as pessoas ignorarem totalmente a pandemia e n\u00e3o respeitarem as orienta\u00e7\u00f5es da sa\u00fade, pois sei que vai aumentar nosso trabalho, carregamos marcas no rosto, das m\u00e1scaras e dos outros equipamentos [&#8230;] sei que muitos podem perder a vida, e \u00e0s vezes, por irresponsabilidade do outro. \u201cAcho que nunca mais a vida vai ser como antes, pe\u00e7o a Deus for\u00e7a todos os dias nessa miss\u00e3o, [&#8230;] que a vida volte pelo menos a um novo normal, onde n\u00e3o possamos ter tanto medo de morrer ou perder as pessoas que amamos\u201d. Para Erika Gazel, artes\u00e3 e produtora rural, o grupo \u00e9 [&#8230;] como uma Liga do bem, do amor, do empreendedorismo e principalmente, da solidariedade!\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Por tudo que a manuten\u00e7\u00e3o das conex\u00f5es entre mulheres representa na vida de cada uma, pela empatia e mobiliza\u00e7\u00e3o para al\u00e9m das redes virtuais, rendemos nossas homenagens \u00e0s integrantes do Grupo Mulheres Antenadas, reconhecendo a singular import\u00e2ncia de sua exist\u00eancia. (Refer\u00eancia: D\u00e9bora Diniz, \u201cMundo p\u00f3s-pandemia ter\u00e1 valores feministas em nosso vocabul\u00e1rio comum\u201d. Folha de S. Paulo, 06 abr. 2020).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os impactos da Covid-19 na vida das mulheres, dentre outros aspectos, diz respeito \u00e0 desconex\u00e3o for\u00e7ada dos v\u00ednculos com as redes de apoio representadas por membros da fam\u00edlia, vizinhos e amigos. 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