{"id":9684,"date":"2021-04-30T23:20:22","date_gmt":"2021-05-01T02:20:22","guid":{"rendered":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/?p=9684"},"modified":"2021-04-30T23:20:24","modified_gmt":"2021-05-01T02:20:24","slug":"quando-eu-puder-vou-fazer-o-que-gosto-diferencas-entre-emprego-e-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariotribuna.com.br\/?p=9684","title":{"rendered":"\u201cQuando eu puder, vou fazer o que gosto!\u201d: diferen\u00e7as entre emprego e trabalho"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/unnamed-4.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9686\" width=\"301\" height=\"315\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/unnamed-4.jpg 650w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/unnamed-4-286x300.jpg 286w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/unnamed-4-401x420.jpg 401w\" sizes=\"(max-width: 301px) 100vw, 301px\" \/><figcaption><strong>Juliana Lemes da Cruz<\/strong>.<br>Doutoranda em Pol\u00edtica Social \u2013 UFF.<br>Pesquisadora GEPAF\/UFVJM.<br>Coordenadora do Projeto MLV.<br>Contato: <a href=\"mailto:julianalemes@id.uff.br\">julianalemes@id.uff.br<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/unnamed-5.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9689\" width=\"575\" height=\"318\" srcset=\"https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/unnamed-5.jpg 700w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/unnamed-5-300x166.jpg 300w, https:\/\/diariotribuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/unnamed-5-696x385.jpg 696w\" sizes=\"(max-width: 575px) 100vw, 575px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O emprego nem sempre faz sentido para aquele que ocupa a vaga. E se isso acontece, o resultado n\u00e3o pode ser diferente de frustra\u00e7\u00e3o e mediocridade. Quando o emprego n\u00e3o gera satisfa\u00e7\u00e3o pessoal, prazer e motiva\u00e7\u00e3o, ele n\u00e3o \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o de um trabalho, mas sim, de um fardo. \u00c9 poss\u00edvel, \u00e9 claro, ter um emprego (fonte de renda) e encontrar nele a conex\u00e3o com seus valores e com o que te faz sentir \u00fatil. Nesse caso, h\u00e1 um trabalho. E quem trabalha, n\u00e3o trabalha! Isso mesmo. Quem trabalha, desempenha suas atividades e sente-se realizado com elas, mesmo que isso lhe custe muitas horas extras. O trabalho gera consci\u00eancia de si, sentimento de pertencimento e molda o que voc\u00ea deixar\u00e1 de legado ao mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho humaniza as pessoas e as condiciona a enxergar sentido no que fazem. Isso faz diferen\u00e7a, produz mem\u00f3rias, cria refer\u00eancias e transforma realidades. Por isso, nada melhor que encontrar um modo de aliar o emprego \u2013 para suprir necessidades b\u00e1sicas \u2013 e o trabalho, para que, al\u00e9m do b\u00e1sico, tamb\u00e9m sejam supridas necessidades sociais e de autoestima. A senha para o alcance da realiza\u00e7\u00e3o pessoal \u00e9 ter um trabalho. Afinal, ele sim, faz sentido na vida. Mas, qual a fun\u00e7\u00e3o de cada um nesse processo estranho a tanta gente? Qual a f\u00f3rmula para transformar a l\u00f3gica do trabalho como uma esp\u00e9cie de sacrif\u00edcio em algo que valha a pena ser desenvolvido? Como encontrar sentido no desempenho de atividades em espa\u00e7os onde as chefias t\u00eam desinteresse em conhecer as reais motiva\u00e7\u00f5es de seus funcion\u00e1rios?<\/p>\n\n\n\n<p>Pensar nisso importa porque envolve tr\u00eas grandes resultados: 1) voc\u00ea pode at\u00e9 desenvolver uma boa atividade no emprego e ser bem remunerado, mas, se voc\u00ea n\u00e3o gosta do que faz, ser\u00e1 um frustrado; 2) voc\u00ea pode realizar atividades com excel\u00eancia e amar o que faz, mas, se n\u00e3o for remunerado, \u00e9 apenas seu hobby; 3) voc\u00ea pode amar o que faz e ser bem remunerado, mas, se voc\u00ea n\u00e3o desempenha uma boa atividade, ser\u00e1 um med\u00edocre. Quem v\u00ea sentido no que faz, trabalha bem.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem trabalha bem, pode at\u00e9 trabalhar mais, mas, n\u00e3o se sente explorado. O trabalho conecta o trabalhador ao que lhe faz bem, e isso o leva aos seus melhores resultados. O emprego \u00e9 fonte de renda, que nos permite alimentar, vestir, morar, sentir-nos seguros em companhia da fam\u00edlia, acessarmos a propriedade e a sa\u00fade. Trabalho \u00e9 fonte de vida, nutre a amizade, a fam\u00edlia, a confian\u00e7a, a autoestima, permite a conquista. Esse entrelace \u201cemprego e trabalho\u201d conduz \u00e0 auto- -realiza\u00e7\u00e3o, alvo dos que almejam o sucesso. Voc\u00ea tem emprego, trabalho ou um entrelace? Refer\u00eancia: Pir\u00e2mide de Maslow. (Imagem: marcusmarques.com.br)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O emprego nem sempre faz sentido para aquele que ocupa a vaga. E se isso acontece, o resultado n\u00e3o pode ser diferente de frustra\u00e7\u00e3o e mediocridade. 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