
Jéferson Botelho:
Especialização em Combate à Corrupção, Combate ao Crime Organizado e Antiterrorismo – Universidade de Salamanca (Espanha).
Quando a ditadura se entrelaça com a corrupção, nasce um fenômeno sombrio e corrosivo do Estado e da alma coletiva — aquilo que o professor Jéferson Botelho denomina DITACLEPTICA:
um regime híbrido e perverso em que o autoritarismo governa pelo medo, a corrupção se institucionaliza como método, e a democracia apodrece em silêncio, saqueada por dentro, enquanto o povo é mantido refém da mentira travestida de poder.
O professor Jeferson Botelho apresenta ao Brasil uma teoria inédita, de natureza crítica e profundamente humanista, ao lançar luz sobre um fenômeno raro e devastador que se instalou no país como câncer em metástase. Trata-se de uma patologia social que corrói silenciosamente o tecido da República, destrói valores, anestesia consciências e promove a morte prematura da esperança coletiva.
Essa engrenagem corrosiva mina a fé do povo em soluções legítimas, sabota o futuro e normaliza a desesperança. No vácuo moral que se abre, abutres travestidos de salvadores da Pátria erguem discursos messiânicos enquanto se alimentam do erário, convertendo a dor social em moeda política. E quando, por exceção histórica, surge alguém disposto a romper a farra do dinheiro público, a reação é imediata e brutal: uma ordem invisível desce das alturas do poder — “pega esse idiota e enterra”.
O ensaio convoca a sociedade brasileira a reconhecer esse mecanismo perverso, a nomeá-lo e a enfrentá-lo. Não se trata apenas de uma denúncia jurídica; é um grito ético, um chamado filosófico à reconstrução do pacto civilizatório, onde a lei volte a servir à dignidade humana e a política recupere sua vocação de serviço.
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Enviado: terça-feira, 16 de dezembro de 2025 08:51
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Assunto: Especialização em Combate à Corrupção, Combate ao Crime Organizado e Antiterrorismo – Universidade de Salamanca (Espanha)
Por Jéferson Botelho
Especialização em Combate à Corrupção, Combate ao Crime Organizado e Antiterrorismo – Universidade de Salamanca (Espanha)
Quando a ditadura se entrelaça com a corrupção, nasce um fenômeno sombrio e corrosivo do Estado e da alma coletiva — aquilo que o professor Jéferson Botelho denomina DITACLEPTICA:
um regime híbrido e perverso em que o autoritarismo governa pelo medo, a corrupção se institucionaliza como método, e a democracia apodrece em silêncio, saqueada por dentro, enquanto o povo é mantido refém da mentira travestida de poder.
O professor Jeferson Botelho apresenta ao Brasil uma teoria inédita, de natureza crítica e profundamente humanista, ao lançar luz sobre um fenômeno raro e devastador que se instalou no país como câncer em metástase. Trata-se de uma patologia social que corrói silenciosamente o tecido da República, destrói valores, anestesia consciências e promove a morte prematura da esperança coletiva.
Essa engrenagem corrosiva mina a fé do povo em soluções legítimas, sabota o futuro e normaliza a desesperança. No vácuo moral que se abre, abutres travestidos de salvadores da Pátria erguem discursos messiânicos enquanto se alimentam do erário, convertendo a dor social em moeda política. E quando, por exceção histórica, surge alguém disposto a romper a farra do dinheiro público, a reação é imediata e brutal: uma ordem invisível desce das alturas do poder — “pega esse idiota e enterra”.
O ensaio convoca a sociedade brasileira a reconhecer esse mecanismo perverso, a nomeá-lo e a enfrentá-lo. Não se trata apenas de uma denúncia jurídica; é um grito ético, um chamado filosófico à reconstrução do pacto civilizatório, onde a lei volte a servir à dignidade humana e a política recupere sua vocação de serviço.
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