
Por Jéferson Botelho
Professor de Direito Penal e Processo Penal
Neste ensaio jurídico o autor conduz o leitor a uma reflexão profunda e necessária sobre o Uso da Força Policial, ultrapassando os limites da análise meramente normativa para alcançar o âmago da própria sobrevivência do Estado Democrático de Direito.
A obra denuncia os riscos da politização da segurança pública, advertindo que a submissão de funções essenciais do Estado a ideologias e paixões partidárias corrói a racionalidade, fragiliza as instituições e compromete a estabilidade social. Ao retratar a dura realidade enfrentada pelos agentes da lei — pressionados pelo crime organizado, por legislações permissivas, por um sistema jurídico hostil e pela intolerância social — o autor revela a dimensão quase trágica da missão policial no Brasil contemporâneo.
Com linguagem firme, crítica e lúcida, o texto defende que o debate sobre o uso da força deve ser conduzido com responsabilidade histórica, técnica e sensibilidade institucional, pois sem autoridade legítima, proteção jurídica ao agente público e respeito às funções do Estado, não há segurança, não há ordem e não há democracia possível.
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