Atirador do Tiro de Guerra é homenageado pela PM após impedir assalto em Teófilo Otoni

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Fernando Colen, do Tiro de Guerra 04-018, recebeu medalha do 19º BPM após intervir em ação criminosa no bairro de Fátima

O tenente-coronel Jean Michel, comandante do 19º BPM, entrega homenagem ao atirador Fernando Colen, do Tiro de Guerra 04-018, em reconhecimento à atuação durante uma tentativa de assalto em Teófilo Otoni. (Foto: Divulgação/19º BPM)

O atirador Fernando Colen, do Tiro de Guerra 04-018, de Teófilo Otoni, foi homenageado pela Polícia Militar de Minas Gerais na manhã desta segunda-feira (17), em reconhecimento à atuação durante uma tentativa de assalto registrada na última quinta-feira (13), no bairro de Fátima.

A homenagem foi conduzida pelo comandante do 19º Batalhão da PM, tenente-coronel Jean Michel, que entregou uma medalha ao jovem militar na sede do Tiro de Guerra. O reconhecimento se deve à intervenção de Fernando, que ajudou a proteger a vítima e contribuiu para a identificação e prisão do suspeito.

A ocorrência foi registrada nas proximidades da Feira Coberta: uma mulher foi abordada e agredida por um homem que tentava roubar seus pertences. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que a vítima é surpreendida. Ao perceber a situação, Fernando interveio — houve luta corporal, o que permitiu que a mulher fugisse e se colocasse em segurança.

Acionada, a PM localizou o suspeito por meio das imagens de videomonitoramento. Ele foi preso, reconhecido pela vítima e apresentava ferimentos da luta corporal. Também é apontado como suspeito do furto de uma bicicleta ocorrido na manhã do mesmo dia — segundo relatou aos militares, teria trocado o veículo por entorpecentes.

Na solenidade, o tenente-coronel Jean Michel destacou a coragem e o senso de cidadania do jovem militar. Em razão da legislação eleitoral, não foram concedidas entrevistas durante o evento.

Apesar do reconhecimento, especialistas em segurança pública reforçam que situações de crime em andamento exigem cautela: a orientação é priorizar a própria segurança, buscar um local seguro e acionar a PM pelo 190, evitando confronto direto — já que intervenções físicas envolvem riscos elevados, especialmente para quem não tem treinamento específico.

Mais detalhes sobre o caso, na próxima edição do Diário Tribuna.

  • Fonte: Elvis Passos
  • Colaboração: Ângela Almeida

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