Por Jefersom Botelho

I — O Nascimento da Visão – Em vastos campos de luz e eternidade, Sob céus de promessas e auroras ardentes, Ergue-se Teófilo Otoni, cidade, Como templo da fé dos povos valentes. Ali nasceu, no seio da história, O sonho do jovem guerreiro da glória:
Uma nova Filadélfia, altiva e humana, Fundada na chama republicana.
II — A Força do Ideal – Não era apenas cidade que surgia: Era um projeto de civilização. Ideias de liberdade, na luz do dia, Rompiam as sombras da
opressão. Das revoluções liberais ecoou a canção,
Do sangue vertido brotou a nação; Na veia do povo
corre a certeza De que a luta constrói a grandeza.
III — Terra de Gigantes – Ó Terra de Gigantes, berço do porvir, Teu solo é livro de heroísmo e fé; Cada passo teu ensina a existir, Cada gesto teu molda o que é. O alvorecer se agiganta em teu nome, Altaneiro, renovador, supremo; Teófilo Otoni, farol do sertão, Ergues teu canto como uma oração.
IV — Tempos de Glória e Mudança – Chegam os dias de esplendor e promessa, Tempos de mudança, de força e ação; Um novo horizonte a história atravessa, Como ondas de fogo na imensidão. Avassalador, o
futuro incandesce, E a esperança em teus filhos floresce; No espelho do tempo, teu rosto reluz, Cidade que guia, que salva, que conduz.
V — A Cidade Eterna – Pujante, restauradora de valores nobres, Teófilo Otoni, guardiã da virtude, Teu povo constrói, mesmo entre as dobras, A mais luminosa das juventudes. Sonhos de guerreiro te fazem
existir, Te fazem marchar, te fazem subir; És pátria em miniatura, farol da nação, Síntese viva da civilização.
VI — Juramento Cívico – Que cada geração ao teu nome se incline, Não em reverência muda, mas em missão: Construir justiça, plantar disciplina, Defender liberdade e Constituição. Que o teu futuro jamais se aparte Do espírito bravo que te fez nascer; Pois Teófilo Otoni não é só cidade: É destino, é bandeira, é dever de viver.
Jefersom Botelho.









